Nosso barco chegou na escola na comunidade Chita. Me lembro que estava Mais calor naquele dia, o tipo de caloro que sela você como pijama macacãozinho com pés de quando você era criança. O ar do Amazonas tem um jeitinho de pegar você como nenhum outro lugar na terra.
Nós chegamos com nossas bolas de futebol e abrimos artesanatos de animais e imagens de pintar, tudo que as crianças mal esperavam para chutar, dobrar, colar e o que mais que crianças fazem. Em um ponto estratégico da nossa visita, nós juntamos todas as crianças e mães para nosso programa oficial que consiste de um show de fantoches, algumas músicas em português direcionadas por mim no meu português clandestino, algumas palavras da equipe sobre o amor de Deus que potencialmente comunicasse com a vida deles ou delas, e tempo de oração direcionado pelo meu pai. Um negócio bem direto para você que cresceu perto de Christendom.

Glória, pessoa que fala por nós lá, encerrou nosso tempo explicando para os 30 ou mais mães e crianças que estavam lá que se alguém precisasse de oração para que viesse à Frente onde alguns de nós estávamos prontos para orar por aquelas necessidades. Antes que ela completasse a frase, um garotinho de 4 anos pulou da sua cadeira e agarrou os braços da mãe e determinantemente a levou lá na frente. Yanno era tão pequeno que eu estava certa de que ele não havia entendido o que estava acontecendo. Eu fiquei pensando em coisas totalmente sem fé como, talvez ele esteja pensando que nós pedimos para as crianças irem à frente para balas.
Ele tímidamente explicou que a família dele perdeu a casa deles e tinha quase nada de comida. Ele disse que sua mãe, Mara, estava trsiste e palavras que ela confirmou com discretos acenos com a cabeça e suspiros sem esperança. Nós oramos pelas necessidades físicas deles, e nos comprometemos em ajudar de qualquer forma que pudéssemos. Meu explicou a beleza do Evangelho, como o perdão através de Jesus os transformaria para sempre. Mara e Yanno receberam este Salvador nas duas vidas naquele dia.
Quando Jesus entra no meio de uma situação, eu não sei porque eu fico de boca e aberta em surpresa. Eu não poderia imaginar que um menino tão novo como ele pudesse entender que Deus era a resposta dele. Quão culpada eu sou por passar por todas os mecanismos do programa, colocando no lugar errado minha expectativa neste processo ao invés de entender que Jesus diz, “deixe que venham a mim os pequeninos”. Claro que um menininho de quatro anos entendeu!

Quando nós voltamos em direção ao barco para irmos para a próxima comunidade, eu detestei dizer tchau para o Yanoo. Eu senti intensamente que ele precisava ser abençoado, mesmo que alguma coisa não oficial. Então eu coloquei a minha mão emcima da cabeça dele e fiz uma oração de benção sobre ele — só estavamos eu e ele. Ele deveria estar se perguntando o que essa mulher branca estava fazendo com a mão na cabeça dele e porque a fala dela era tão estranha e irreconhecível.Eu pedi a Deus que Ele separesse Yanno como o Rei Davi. Eu não sei porque este pedido específico, mas essa minha urgência por ele se esclareceu:

Há alguns dias atrás eu recebi um email da glória com o título, “Yanno, o Menino de Chita”. Ela nos contou notícias trágicas que enquanto Yanno estava na sua nova casa com sua mãe e irmão mais novo, Mara foi atingida por um raio na frente dele. Depois de sacudir sua mãe para que ela acordasse, ele pegou o bebê e remou pelo rio até que ele encontrou um pescador que pode ajudar.

Yanno tem sete anos. Mara não seria reanimada.

Glória descobriu que desde então Mara havia sido batizada algumas semanas anteriores ao raio que a atingiu. Ela havia voltado com o marido e a família estava frequentando uma igreja na Comunidade. estas expressões são

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