Abaixo está um post fantástico escrito por Bethany Bordeaus. Bethany esteve na Viagem da JMI/JMA em Junho ao Amazonas. Foi a primeira vez dela conosco no rio e ela foi uma enorme ajuda para nossa equipe. O post completo está abaixo e aqui está o link direto para o seu blog: http://twogirlsblog.com/2013/07/22/further-reflections-on-the-amazon/
View of one of the villages from the front of our boat.

A última vez que postei sobre minha viagem ao Brasil com JMI eu estava com idéias frescas ainda do meu vôo para casa e meu coração ainda estava balançado, então eu lhe dei fatos, porque fatos são fáceis. Eles não exigem sonagem do coração ou reflexão progunda, processo emocional ou envolvimento de sentimos, morais e pontos de vista. Fatos são simplesmente afirmativas do que são as coisas, e verdade seja dita, esta foi a saída mais simples. Mas desde então eu tenho esperado trazer para você alguma coisa que se leia com mais do que romance de Ann Patchett e menos do que um catálogo REI de verão (mesmo que propagandas de acampamento sejam fascinantes). Uma forma de você enxergar o que eu vi nos olhos das pessoas eu conheci, ouvir suas vozes, compreender suas necessidades e experimentar o Senhor como eu fiz.

Esta viagem em particular foi de mapeamento…para conectar com os vilarejos pelo Rio Negro, um braço do Rio Amazonas bem ao redor da Cidade Brasileira de Manaus onde JMA tem um centro para ministério…no meio da Floresta. Mas, além de arquivos do Evernote com fotos, coordenadas de GPS e muitos outros documentos com necessidades físicas: diagramas de melhoras que podem ser feitas no futuro em escolas e igrejas; planos para projetos sustentáveis e suprimentos para escolas; nós chegamos em casa com os corações e mentes cheios de histórias das pessoa. Histórias que não acabaram quando eu saí do barco e segui para casa na America, mas histórias das pessoas que continuam a cada dia a serem vividas ao passo que lemos isso.

Enquanto eu saía do barco Discovery e descia para um dos vilarejos, numa tarefa precária nas mãos e mas complicada ainda pelo violino amarrado nas minhas costas, eu notei uma adolescente com luzes no cabelo observando nosso grupo com bastante interesse. Ela correu na minha direção depois que toquei meu violino nosso pequeno culto, ela esticou sua mae e disse com um Inglês perfeito, “Oi, meu nome é Emily… é bom conhecer você”. Mesmo que acabou que sendo o máximo que a língua estrangeira dela foi, eu pedi que uma das nossas tradutoras me ajudassem para que pudessemos conversar. Ela queria saber se eu era amiga de Selena Gomez, Taylor Swift, ou qualquer um dos meninos de One Direction. Eu fiquei intrigada pelo conhecimento dela em cultura pop e ela me explicou que ela havia acabado de se mudar de outra comunidade onde uma amiga tinha uma TV que pegava Disney Channel. Minha mente foi levada diretamente a minha sobrinha que tem quase 13 anos e também se chama Emily, e lembrei com ela ama celebridades e arrumar o seu cabelo e maquiagem. Mas, diferentemente da Emily Americana que presentemente teve férias de verão cheias de atividade e que voltaria as aulas no outono, a Emily Brasileira não está indo a escola atualmente porque o governo tem falhado em prover professores para esta comunidade para qualquer um acima de 6a. série.

Emily and Me.  My prayers for this young heart are constant.

Gravidez na adoscência é algo muito comum entre essas comunidades e muitas meninas tem pouquíssima oportunidade de ir para escola ou trabalharem, ou até mesmo discipulado espiritual e direcionamento. Nós vimos constantemente durante nossa viagem no rio, e amigas de Emily, ou que estavam a pouca distância de nós que já estavam balançando bebês nos seus quadris. Eu fiquei com coração partido em ver essas meninas e pensar que Emily poderia ser a próxima. Eu pude ver que ela era inteligente e tinha grandes sonhos, mas também que ela gostava de impressonar e que poderia facilmente ser levada pelas coisas que o mundo diz que são desejáveis. Os tristes olhares que ela jogava enquanto alguns meninos da idade dela com cabelos transados passavam por nós, me fez temer pelo coração dela e por seu futuro.

Outro membro da equipe deu uma Bíblia a ela e perguntou se ela já havia ouvido falar de Jesus. Ela disse que sim, e que uns missionários já avisam vindo e contaram para a comunidade osbre ele, e que ela acreditaria provavelmente qualquer dia. Só não era a hora. E Enquanto nós partíamos no barco, eu a vi pulando na água, flertanto horrores com um dos meninos que parecia alguns anos mais velho que ela. Eu tive vontade de alcançá-la e trazê-la a bordo conosco e levá-la para casa e discipulá-la. Porque isso não era uma opção, eu fervorosamente orei por ela para que ela se mantivesse segura e ela fosse cuidada não só fisicamente, mas que os desejos do coração dela fossem atendidos; que ela pudesse encontrar sua identidade em Cristo e sua esperança próspera e um futuro que Ele planeja para ela…e para cada um de nós. (Jer 29:11)

Várias pessoas na minha equipe e eu nos encontramos na última quinta feira a noite para falarmos sobre nossa viagem e pensarmos em maneiras que nós consigamos traduzir todas as informações nós coletamos em ações práticas para viagens futuras. QUando olhamos para as memórias ao redor da mesa, um tema parecia ser predominante entre tudo que estava sendo dito: nosso ministério não é nada se conexões pessoais não forem estabelecidas. E isso não reflete perfeitamente o Evangelho? Que Cristo nos chama não para fazermos uma lista de à fazeres para nosso tempo aqui na terra, mas que ‘relacionamento’ com Ele e com o Pai e com outros sejam estabelecidos. Eu lido o livro de Marcos, Lucas e João no Novo Testamento nesta última semana e de tempo em tempo vejo exemplos de como Jesus conduziu o ministério dele na terra: suprindo as necessidades físicas e apontando pessoas diretamente ao Pai.

“Filho, seus pecados estão perdoados… levante, pegue sua maca e vá para casa” (Mc 2:5&11
“Filha, a sua fé te curou… Vá em paz e não peques mais” (Mc 5:34)
“Ele os recebeu e falou com eles sobre o reino de Deus… E curou os que precisavam ser curados” (Lc. 9:11)

Eu amo este modelo. Jesus demonstrou que é igualmente importante dar a alguém uma cesta básica enquanto compartilhamos o evangelho com eles. Dar educação a uma jovem e ser um instrumento de discipulado para ela e proporcionar um senso de valor em Cristo. Nesta mesma linha, JMA procura capacitar e trazer dignidade as pessoas da Bacia Amazônica não só através de projetos sustentáveis, suprimentos, e projetos para a construção de escolas, mas também através do ensino da palavra de Deus, cuidados com os pastors de selva, e outras formas de evangelismo e discipulado. Eu fico animada em ver o que vai acontecer conforme haja a continuidade em encontrar novas portas para avançar com o Reino de Deus no BRasil e me sinto abençoada por ter feito um pouco deste trabalho.

Pin It on Pinterest